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Dissídio Coletivo próximo de um desfecho.

Acontecerá no próximo dia 2 de julho uma audiência para tratar do Dissídio Coletivo entre o Sindicato dos Farmacêuticos e o sindicato patronal que representa o comercio varejista de medicamento no Estado de Rondônia.

Na manhã de hoje(20), o Presidente do Tribunal Regional do Trabalho da 14ª Região emitiu um Despacho determinando a data da audiência, que acontecerá às 9 horas na ante-sala do Pleno do TRT 14.

Confira o despacho na íntegra

TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 14ª REGIÃO

Processo nº 0000051-69.2018.5.14.0000

Classe: DC

D E S P A C H O

Tendo em vista a regularização pelo suscitante do prazo de realização da assembleia relativa ao ajuizamento do presente dissídio, por meio dos documentos de Id’s b210020 a 1507f7d, e considerando o disposto no art. 841, “caput”, da CLT, bem como a atividade correicional a ser desenvolvida por esta Presidência nos dias 20 a 22-06-2018 e 27 a 29-06-2018, designo nova audiência de conciliação, a ser realizada no dia 2-7-2018, às 9h, na antessala do Pleno deste Regional, ocasião em que o suscitado deverá apresentar sua defesa, sob as penas da lei.

Notifiquem-se as partes. Dê ciência ao Ministério Público do Trabalho, com urgência, sobre a nova solenidade acima designada.

À Secretaria Judiciária de 2º Grau, para providências.

 

(assinado digitalmente)

Desembargador SHIKOU SADAHIRO

Presidente do TRT da 14ª Região

Da redação

Segue o impasse da negociação coletiva com o sindicato patronal

A norma Coletiva do Comércio dos farmacêuticos do Estado de Rondônia ainda não tem uma data para ser finalizada. O problema está justamente no sindicato patronal que insiste em retirar direitos do trabalhador. Na proposta o patronal pretende retirar o caráter indenizatório do auxílio-alimentação. Na forma que está hoje na forma atual o auxílio-alimentação agrega ao salário do farmacêutico para fins de cálculos previdenciários e trabalhistas.

O impasse está no Tribunal Regional do Trabalho que irá decidir com base nas propostas e contra proposta enviado pelos dois sindicatos. “Não é comum a justiça decidir contra o trabalhador. Esperamos que dessa vez não seja diferente”, informou o presidente do sindicato dos farmacêuticos, o Senhor Antônio Freitas de Paula Junior.

Da redação