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Farmacêuticos encaminham proposta para sindicato patronal do segmento hospitalar

Aconteceu no último dia 23 de março, uma assembleia geral extraordinária dos farmacêuticos do segmento hospitalar do estado de Rondônia.

A categoria deliberou a pauta de reivindicações como objetivo de iniciar as tratativas da Convenção Coletiva de Trabalho para os Farmacêuticos e os proprietários de hospitais, clínicas e laboratórios no Estado de Rondônia.

Os Farmacêuticos solicitam um piso salarial de R$ 4.500, além de outros benefícios e adicionais previstos em lei.

A regulamentação na relação de trabalho, por meio de norma coletiva, gera segurança jurídica para profissionais e empregadores, reduzindo as denúncias aos órgãos de fiscalização do trabalho e desgastes na justiça trabalhista, portanto traz benefícios para as ambas as partes.

A pauta de reivindicação já foi enviada para a representação patronal. A categoria aguarda realização de assembleia dos patrões que irão elaborar uma contraproposta e enviar para o sindicato profissional.

A depender da contraproposta, as negociações podem avançar, caso contrário, serão adotadas outras medidas administrativas e judiciais para se chegar há uma convenção coletiva de trabalho.

Para o Presidente do Sindicato dos Farmacêuticos, Antônio de Paula Freitas Júnior, “O segmento patronal hospitalar não teria motivos para questionar as propostas encaminhadas, já que todos os parâmetros legais foram adotados para a elaboração das cláusulas”.

O Sindicato dos Farmacêuticos já possui uma convenção coletiva com o segmento do comércio varejista. Entretanto, o segmento hospitalar, por ser uma atividade totalmente divergente do comércio varejista, necessita de uma regulamentação própria.

Da redação.

FARMACÊUTICOS E PROPRIETÁRIOS DE DROGARIAS FAZEM A PRIMEIRA REUNIÃO DE NEGOCIAÇÃO DA CCT 2021

Na tarde desta quarta-feira (17), acontecerá a primeira reunião de medicação entre os Farmacêuticos e a representação patronal das farmácias e drogarias no Estado de Rondônia.

A reunião será para ajustar as propostas enviadas pela categoria profissional e a contraproposta enviada pela representação patronal.

Entre os pontos divergentes, estão as escalas de plantão 12 x 36. Os Farmacêuticos querem a exclusão dessa modalidade, sob a alegação de que os patrões não respeitam o limite semanal de 44 horas da jornada de trabalho e nem o descanso semanal previsto no artigo 67 da CLT.

A categoria profissional propôs 5% de reposição salarial, para compensar as perdas inflacionárias do último ano. A representação patronal, por sua vez, fez a contraproposta de, apenas 2,5%.

Segundo Presidente do Sindicato dos Farmacêuticos, Antônio de Paula Freitas Junior, “A contraproposta patronal demonstra claramente que eles não estão levando as negociações a sério. O IBGE publica mensalmente, o INPC e a representação patronal vêm com uma reposição bem abaixo da inflação!?! Só pensam em lucro e explorar os trabalhadores”.

DATA BASE.

O Tribunal Regional do Trabalho da 14ª região, acatou o pedido de garantia da data base da categoria, que venceu no dia 1º de fevereiro. “Como a representação patronal não apresentou a contraproposta e nem garantiu a prorrogação da data base, tivemos que adotar as medidas necessárias para proteger os interesses da categoria junto a justiça do trabalho”, finalizou Freitas Junior.

Da redação.